O julgamento final levará em conta as nossas ações praticadas em prol do próximo. Todo ser humano é dotado de dignidade e, para se ter uma vida digna, ele necessita de moradia, saúde, trabalho, alimento, etc. Enfim, todas as suas necessidades básicas devem ser atendidas.
Infelizmente, ao logo dos últimos dois mil anos, o cristianismo tem negligenciado os princípios básicos da fé, em detrimento da religiosidade vazia e egoísta. Muitas comunidades religiosas têm negado estes princípios, se preocupando apenas com o próprio umbigo. Em nome de Deus, muitos foram mortos e muitos abusos foram praticados.
O cristianismo nos últimos séculos tem se preocupado apenas com uma religiosidade teórica e vazia e a negligência prática é a que predomina. A Igreja cristã necessita sair da comodidade e da mornidão espiritual. Precisa sair das quatro paredes e partir para uma ação prática e solidária que defenda a vida com um bem jurídico superior aos demais.
Independente de opção religiosa todos devemos colocar em prática os princípios de amor e solidariedade deixados por Jesus no texto de Mateus 25.
Quando observamos as imagens de crianças famintas ficamos estupefatos de como o ser humano é egoísta! Enquanto muitos gastam milhões de dólares para adquirirem armamentos para as guerras, muitas crianças estão morrendo de fome! Isso é uma vergonha para o cristianismo e para humanidade!
Com dizia Mahatma Gandhi: “não me torno cristão por causa dos próprios cristãos”. Os atos do Cristianismo não condizem com os ensinamentos deixados pelo Mestre Jesus Cristo. Há incompatibilidade entre teoria e prática.
Diante disso, urge a necessidade de acordarmos para ações práticas de solidariedade e amor ao próximo. Sigamos o exemplo deixado pelo Grande Mestre Jesus Cristo. Ele sempre defendia ações geradoras de vida. Como cristãos devemos dizer não às ações negadoras da vida e defendermos os princípios dos Direitos Humanos em prol da dignidade da pessoa humana.
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